<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677</id><updated>2012-01-16T17:54:21.221-08:00</updated><title type='text'>Porque desabafar é preciso</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-1745113225688888616</id><published>2012-01-16T17:25:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T17:54:21.225-08:00</updated><title type='text'>Fechei uma porta</title><content type='html'>Hoje eu fechei uma porta. Ao trancar a fechadura lembrei o dia em que a abri pela primeira vez, em agosto de 2008. Assim que entrei naquele apartamento tão familiar e que tinha uma parede azul, foi então que muita coisa mudou. Em mim, na minha vida, para a Luiza. Foi um renascimento. Aquela era a nossa casa, o nosso espeço. E como eu fui feliz ali dentro, como me senti poderosa por, finalmente, comandar a minha vida sozinha. Só que em nenhum momento desses 3,5 anos que passei lá me senti sozinha. As fotos que fiz questão de espalhar pela sala, me lembravam sempre o quanto eu era querida; minha família, meus amigos, estavam todos lá. Eu entrava em casa e sabia que tinha sempre alguém à minha espera. Aquele apartamento do Edifício Santana (que eu sempre chamei de Anchieta) de alguma forma nunca deixará de ser meu, de fazer parte da minha história. Entrei ali quando a Dani Demo girl, a dona, partia para outros rumos. Saio e deixo “nossa casa”, já sem a parede azul, para ela novamente. Fecho mais essa porta em paz e feliz. Com a sensação de dever cumprido. Enfim, aprendi a crescer. Minha fase agora é outra: a da divisão. Ou melhor, da soma. Estou dividindo um teto, é verdade, mas acho que o correto é somar, pois nunca somei tanto com alguém. Obrigada, Dani, por me ajudar a chegar até aqui. Sem sua ajuda, jamais teria conseguido. Agora é sua vez. Divirta-se, porque naquele delicioso canto, cabem todos os sonhos do mundo. Pra você e pro Dalit! &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-1745113225688888616?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/1745113225688888616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2012/01/fechei-uma-porta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1745113225688888616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1745113225688888616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2012/01/fechei-uma-porta.html' title='Fechei uma porta'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-6224744048563589783</id><published>2011-09-26T20:18:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T20:44:26.591-07:00</updated><title type='text'>Inesquecível</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-K-HV0U5igpU/ToFEBrtPncI/AAAAAAAAAEs/w-oxdfliZTY/s1600/dali2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-K-HV0U5igpU/ToFEBrtPncI/AAAAAAAAAEs/w-oxdfliZTY/s320/dali2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5656877402657103298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-o_jwtBecj18/ToFEBsqFRcI/AAAAAAAAAEk/SLARmJybQoM/s1600/dalai.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-o_jwtBecj18/ToFEBsqFRcI/AAAAAAAAAEk/SLARmJybQoM/s320/dalai.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5656877402912277954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nesses anos como jornalista já fiz muitas matérias, diversas coberturas. Todas, de alguma forma, me moldaram como profissional e, principalmente, como ser humano. Em cada entrevista, seja com uma celebridade, uma enquete na rua com um desconhecido, um aprendizado. Sou grata por tantas oportunidades. Mas estar no mesmo lugar que o dalai-lama Tenzin Gyatso, no dia 16 de setembro, dia do aniversário da minha mãe querida, foi um grande presente. E, mais uma vez, só me resta a agradecer. Ainda mais por ter tido a oportunidade de ser cumprimentada por ele, um ser iluminado, especial e cheio de energia. As fotos do Alexsander Ferraz mostram dois momentos. A primeira foto durante a coletiva (estou na primeira fila, vejam minha cabecinha) e a segunda, que saiu na carta da Clau, na AT Revista do dia 25, foi tirada na entrada do WTC, em São Paulo. Sem dúvidas, ele continuará olhando por mim...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-6224744048563589783?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/6224744048563589783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/09/nesses-anos-como-jornalista-ja-fiz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6224744048563589783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6224744048563589783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/09/nesses-anos-como-jornalista-ja-fiz.html' title='Inesquecível'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-K-HV0U5igpU/ToFEBrtPncI/AAAAAAAAAEs/w-oxdfliZTY/s72-c/dali2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-2899044107807361063</id><published>2011-09-04T20:06:00.001-07:00</published><updated>2011-09-04T20:17:30.930-07:00</updated><title type='text'>As cuspidas da vida</title><content type='html'>Adoro uma parábola, e esta eu ouvi há um bom tempo e sempre lembro dela nos momentos de crise, aqueles em que tudo o que você quer é fazer e acontecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um discípulo viu seu mestre ser morto. Jurou vingança e prometeu que só descansaria quando encontrasse o assassino. Durante anos e anos percorreu vilas, cidades, países, vilarejos à procura do sujeito. Depois de muito tempo, finalmente, o encontrou. Um duelo foi marcado em praça pública e todos torciam para o discípulo, que estava em vantagem. Quando ia dar o golfe fatal no coração do assassino, levou uma cuspida na cara. Imediatamente, recuou. As pessoas, inconformadas, perguntavam:&lt;br /&gt;- Mas como você fez isso?&lt;br /&gt;- Você ia matá-lo!&lt;br /&gt;- Justo agora, no momento do golpe fatal!?&lt;br /&gt;Com muita calma, o discípulo respondeu:&lt;br /&gt;- Se eu o matasse naquele momento seria por causa da cuspida e não para vingar a morte do meu mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, e muitas e muitas vezes, a gente age por causa das cuspidas da vida. Tentando aprender, todos os dias, a não fazer isso. Porque simplesmente não adianta!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-2899044107807361063?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/2899044107807361063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/09/as-cuspidas-da-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2899044107807361063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2899044107807361063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/09/as-cuspidas-da-vida.html' title='As cuspidas da vida'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-2368132035876548617</id><published>2011-08-22T17:04:00.000-07:00</published><updated>2011-08-22T17:11:14.263-07:00</updated><title type='text'>100%</title><content type='html'>Voltei pra terapia. Fiz terapia em 2001 e 2002, quando tive uma crise depressiva que quase em deixou doida. E morta. Não estou em depressão, bem longe disso. Meu nível vital está ótimo. Só estou fragilizada. De um ano para cá muita coisa aconteceu e não tive tempo para assimilar. Finalmente, a ficha caiu. Ouvi da Josélia, a mesma psicóloga daquela época, que buscar ajuda quando não estamos bem, é sinal de saúde mental. Fiquei feliz. Significa que estou melhor do que imaginava, que consigo vislumbrar alguma coisa, algum sentido. Sozinha, porém, isso não estava acontecendo, apesar do apoio das pessoas queridas. Talvez não tenha que entender mesmo e apenas engolir e digerir. Buscar explicações também não cabe a mim, afinal, eu cumpri com sinceridade - e com todo o coração - o meu papel. Esperar, aguardar, recolher. Ficar na minha porque as coisas se transformam, tenho absoluta certeza disso. A vida me ensinou, as pessoas me ensinaram. Duro mesmo é esse tempo que a gente fica assim, na corda bamba, numa oscilação que incomoda demais. Dói, arde. Mas é preciso. Não dá para simplesmente ignorar um machucado. Eu, pelo menos, não consigo. Prefiro tratar dele até que a cicatriz fique o menos visível possível. Porque um dia ela vai desaparecer. Jogar as coisas para debaixo do tapete, fingir que não me incomodam, isso eu não sei mais fazer. E no fundo, não importa o que aconteça, o que tenha acontecido, só tenho a agradecer. Porque minha alma, ainda que ferida, continua inteira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-2368132035876548617?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/2368132035876548617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/08/100.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2368132035876548617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2368132035876548617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/08/100.html' title='100%'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-3410994180512888794</id><published>2011-07-28T19:50:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T19:53:25.535-07:00</updated><title type='text'>O meu melhor presente</title><content type='html'>É engraçado - para não dizer necessário - olhar pra trás. Não é saudade, pelo contrário. É perceber como em um ano tanta coisa aconteceu e como tudo impactou na minha vida. De forma positiva, não tenho a menor dúvida. Porque em 2010, nessa época, simplesmente parecia que tudo desmoronava. E justamente por tudo estar no chão, feito os cacos de um vidro quebrado por uma bola travessa, foi mais fácil recomeçar. E aos poucos tudo foi voltando para os eixos, a vida se equilibrando e novos caminhos sendo descobertos. Nada tão grandioso que fosse capaz de transformar, mas importante o suficiente para me preparar. No fundo eu sabia que aquilo era uma fase, um aprendizado, e que havia algo muito maior e melhor depois. Tive calma e paciência para esperar. Aquele futuro que eu imaginava finalmente chegou. Vivo meu futuro sabendo que ele é, sem dúvida, o meu melhor presente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-3410994180512888794?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/3410994180512888794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/07/o-meu-melhor-presente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3410994180512888794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3410994180512888794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/07/o-meu-melhor-presente.html' title='O meu melhor presente'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-3278894251128356164</id><published>2011-06-10T21:13:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T21:17:34.409-07:00</updated><title type='text'>Por tudo que virá</title><content type='html'>Meu Neruda predileto pra vc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero saber se você vem comigo&lt;br /&gt;a não andar e não falar,&lt;br /&gt;quero saber se ao fim alcançaremos&lt;br /&gt;a incomunicação; por fim&lt;br /&gt;ir com alguém a ver o ar puro,&lt;br /&gt;a luz listrada do mar de cada dia&lt;br /&gt;ou um objeto terrestre&lt;br /&gt;e não ter nada que trocar&lt;br /&gt;por fim, não introduzir mercadorias&lt;br /&gt;como o faziam os colonizadores&lt;br /&gt;trocando baralhinhos por silêncio.&lt;br /&gt;Pago eu aqui por teu silêncio.&lt;br /&gt;De acordo, eu te dou o meu&lt;br /&gt;com uma condição: não nos compreender&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-3278894251128356164?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/3278894251128356164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/06/por-tudo-que-vira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3278894251128356164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3278894251128356164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/06/por-tudo-que-vira.html' title='Por tudo que virá'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-3839338803013550135</id><published>2011-06-09T14:38:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T08:30:02.973-07:00</updated><title type='text'>As muretas da Ponta da Praia</title><content type='html'>Acho que todo mundo que mora em Santos tem uma ligação meio nostálgica com as muretas da praia. Não sei quando a minha começou mas um dia eu estava lá, encostada nas muretas da Ponta da Praia, pensando na vida. Ali eu já chorei, já ri, agradeci, pedi. O meu trecho favorito é em frente ao Enseada, prédio lindo do Artacho Jurado. Daquele ponto, eu vejo navios chegando e partindo tendo ao fundo a Fortaleza da Barra. Já levei e falei do meu refúgio para algumas pessoas, ensinando-as meus truques de fuga e realidade naquele pedaço, que fica lindo em qualquer estação do ano. Nem todas entenderam (compreender meus devaneios nem sempre é fácil, admito), mas as que gostaram certamente já voltaram, ainda que em pensamento. Eu vou pras muretas de vez em quando. Outro dia mesmo fui dar um passeio imaginário, quando vi as jóias da &lt;a href="http://sandraceolinlojaonline.tanlup.com/category/colecao-mureta-da-praia"&gt;Sandra Ceolin &lt;/a&gt;. Ali me esvazio; para o cargueiro já cheio, mando embora tudo o que não quero ou serve mais. Ao mesmo tempo me preencho com a chegada de mais um navio, outra esperança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-3839338803013550135?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/3839338803013550135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/06/as-muretas-da-ponta-da-praia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3839338803013550135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3839338803013550135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/06/as-muretas-da-ponta-da-praia.html' title='As muretas da Ponta da Praia'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-8333074667468631488</id><published>2011-06-07T14:15:00.000-07:00</published><updated>2011-06-07T23:00:57.123-07:00</updated><title type='text'>Canção de ninar</title><content type='html'>Você não precisa mais ter medo do escuro porque eu estou aqui, clareando seu sono, seus sonhos. E se ainda assim nao adiantar, segura na minha mão que eu vou te acalmar. Acabou a escuridão, o medo. Respira fundo e dorme, meu anjo, porque eu vou ficar acordada para espantar esse fantasma sombrio que tomou conta de suas noites. Lá fora tem as estrelas e a lua que iluminam o céu. Aqui ao seu lado, existe a luz poderosa que vem do meu sorriso, da minha presença, da minha alegria. Que só existe porque você a reacendeu...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-8333074667468631488?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/8333074667468631488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/06/cancao-de-ninar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8333074667468631488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8333074667468631488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/06/cancao-de-ninar.html' title='Canção de ninar'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-6349502113181189613</id><published>2011-06-01T09:23:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T18:42:46.077-07:00</updated><title type='text'>Banco Imobiliário</title><content type='html'>Mudar a vida nem sempre é fácil. Porque dá trabalho. E quando a gente muda, quem está por perto também sofre esse impacto. Para o bem ou para o mal. São como peças de um jogo de tabuleiro. Alguns vão para frente com você, outros param e há os que recuam. Acho o movimento sensacional. Mas uma pena que tanta gente fuja disso e por tantas e tantas implicações. Um egoísmo, se pensarmos bem. Ao optar pela estagnação, essa pessoa atinge uma rede que a acompanha. Fico muito feliz quando vejo alguém insatisfeito decidir virar a mesa da própria vida e se jogar: num novo trabalho, num novo amor, em novas amizades. Gente que vive a vida do melhor modo que existe: vivendo! Ao mesmo tempo lamento quem decidiu viver uma vida no modo mais ou menos, sobrevivendo, empurrando, levando. Mais na frente, as limitações físicas surgem, o cansaço da idade bate e aí que não se faz nada mesmo. Num domingo tedioso, sentado em sua poltrona, com o controle remoto nas mãos, surge a grande pergunta: o que eu fiz da minha vida? Sem respostas, só resta mudar o canal e esquecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-6349502113181189613?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/6349502113181189613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/06/banco-imobiliario.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6349502113181189613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6349502113181189613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/06/banco-imobiliario.html' title='Banco Imobiliário'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-7635542526721669064</id><published>2011-05-23T18:28:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T18:33:37.115-07:00</updated><title type='text'>E assim eternizou Ian Curtis</title><content type='html'>E  justo naquela sexta. Cansada e abatida depois das semanas corridas, tudo o que sonhava era com a cerveja gelada no balcão do bar. Justo na hora de ir embora abriu o e-mail que estava na caixa de entrada há dias, sem ser lido. Ficou parada, olhando a tela do computador tentando entender a frase: eu só queria uma chance de ter sua amizade de volta. Como assim, se naqueles anos todos ele nunca agiu como tal? Por que justo agora ele faria isso? Decidiu fechar a mensagem sem responder e foi para casa, pois não tinha pique para nada além de dormir. Na madrugada, depois de um sonho atrapalhado, acordou e lembrou do Joy Division e, bingo, achou a resposta perfeita. Sim, love will tear us apart again. Porque amor para aqueles dois, por mais presente, por mais forte, por mais longo, por mais verdadeiro, nunca seria o suficiente. Copiou a letra da música e clicou em send. Naquela mensagem, o fim que tanto precisava para uma história que (só) parecia não ter fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-7635542526721669064?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/7635542526721669064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/05/e-assim-eternizou-ian-curtis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/7635542526721669064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/7635542526721669064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/05/e-assim-eternizou-ian-curtis.html' title='E assim eternizou Ian Curtis'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-8738713733425920675</id><published>2011-05-09T10:25:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T10:29:33.991-07:00</updated><title type='text'>O Caio</title><content type='html'>Sempre gostei de Caio Fernando de Abreu e devo confessar que o conheci pelas aquelas agendas da Tribo, que eram moda nos anos 90. Ganhei a minha primeira na faculdade e tive um monte. Todo dia uma frase, algo para refletir. Apesar disso nunca li um livro dele. Fazer o quê? Gosto do que ele fala. Meu amigo Luiz Fernando Almeida está em cartaz com o monólogo &lt;em&gt;Dama da Noite&lt;/em&gt;, inspirado no conto de mesmo nome do Caio, aqui em Santos. Não consegui ainda assisti-lo, pois a minha vida tá uma confusão só, desde que minha mãe foi internada há 18 dias. Bom, mas não é para falar disso que resolvi voltar ao blog depois de tanto tempo. É que hoje dando uma limpada no meu email achei dois trechos de textos do Caio. Um deles era justamente do conto do monólogo do Lu. O outro, não sei de onde é. Mas embora distintos, dizem tanto sobre como me sinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu tenho um sonho, eu tenho um destino, e se bater o carro e arrebentar a cara toda saindo daqui continua tudo certo. Fora da roda, montada na minha loucura. Dá minha jaqueta, boy, que faz um puta frio lá fora e quando chega essa hora da noite eu me desencanto. Viro outra vez aquilo que sou todo dia, fechada sozinha perdida no meu quarto, longe da roda e de tudo: uma criança assustada". (Dama da Noite)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez'".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-8738713733425920675?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/8738713733425920675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/05/o-caio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8738713733425920675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8738713733425920675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/05/o-caio.html' title='O Caio'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-987801518022768315</id><published>2011-04-05T19:38:00.001-07:00</published><updated>2011-04-05T20:13:51.978-07:00</updated><title type='text'>Pelo direito de não gostar</title><content type='html'>Respeito quem goste. Mas não gosto de bicho. Acho que não fui acostumada. Quer dizer, cresci com o Moloque e o Jorginho, no quintal do Marapé. Brincava com eles, mas no fundo, tinha ciúme, porque os dois vira-latas eram queridinhos do meu pai. Talvez Freud explique. Nunca entendi essa relação das pessoas com os bichos, principalmente aquelas que os tratam como gente. Mas volto a falar: respeito. Quem sabe eu pague a língua um dia e encha a casa de cachorros, de gatos. Vai saber. Hoje, nem pensar. A Luiza, como toda criança, é louca por bicho. Mas só eu sei o quanto ela sofreu quando o pai, que tinha três cachorros numa casa e se mudou para um apê e teve que procurar lares adotivos para o bichinhos, sofreu com saudade de um deles. Não concordo, claro, quando dizem que quem não gosta de bicho não tem boa índole, não presta. Eu tenho uma ótima índole e não gosto de bicho. Mas eu aqui e eles lá, cada um na sua. &lt;br /&gt;Não maltrato, não faço mal. E acho um absurdo quem faz qualquer tipo de crueldade com animal. Aliás, qualquer tipo de crueldade eu sou contra. Não critico quem ajuda a salvar animal e não sou do tipo que prega: "Oh, tem tanta criança abandonada e você vai ajudar um cachorro?". Nada a ver esse tipo de pensamento obtuso. Uma coisa não exclui a outra. &lt;br /&gt;Gosto de labradores, acho uma graça. Quem sabe um dia, se eu morar numa casa bem grande, eu não tenha um? Mas se eu resolver comprar um labrador acho que serei criticada. Porque agora tem uma nova onda, que diz que o correto é adotar. Pelo o que ando percebendo e lendo no twitter, no facebook, não pode mais comprar animais, é isso mesmo? Eu não sei em que momento isso aconteceu e eu nem percebi, mas as redes sociais vêm ditando regras de comportamentos totalmente individuais. O que é um absurdo. Se eu quiser comprar um labrador eu vou comprar. Se eu quiser adotar, também. Porque eu não duvido que algum "iluminado" solte algo do tipo: temos tantas crianças em orfanatos pra que engravidar? Do jeito que o povo gosta de se meter na vida dos outros... &lt;br /&gt;Esse tipo de regra, de politicamente correto, de fazer isso ou não, me irrita. Nem minha mãe, que me sustentou um tempão, pagou meus estudos, foi do tipo que dizia ou não o que eu tinha que fazer... E não vai ser uma "onda" de opiniões que, aos 37 anos, vai ditar regras sobre A MINHA VIDA, MINHAS ESCOLHAS. E não, eu ainda não gosto de bicho. E me reservo a esse direito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-987801518022768315?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/987801518022768315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/04/pelo-direito-de-nao-gostar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/987801518022768315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/987801518022768315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/04/pelo-direito-de-nao-gostar.html' title='Pelo direito de não gostar'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-2017609346119336717</id><published>2011-03-22T16:22:00.000-07:00</published><updated>2011-03-22T16:24:03.176-07:00</updated><title type='text'>Cada um com seu isso tudo</title><content type='html'>E os dias que você acorda não querendo acordar, tipo a música do Cazuza, hoje acordei com sono sem vontade de acordar? E não é porque seu amor foi embora e deixou um bilhetinho, não. Nem porque é segunda, terça. É porque, sei lá. Talvez você não tenha dormido direito porque a chuva ficou batendo no ar-condicionado, talvez você esteja carente de afeto, talvez você esteja recebendo menos atenção do que acha que merece, talvez você precise mudar sua vida... Mas como não tem jeito e, no momento, você não quer responder a essas perguntas, acorda, dá bom dia pro dia e enfrenta. Coloca o salto, o Flora da Gucci, passa uma maquiagem na cara e vai. Porque precisa, porque não resta muito o que fazer. Embora sua vontade seja ficar em silêncio, curtindo essa fossa sabe-se lá de onde veio, tem que conversar. Fazer entrevistas, dar risada, enfrentar reunião, interagir. E como você não é do time dos que se jogam nos remédios da moda, o único jeito é descer na cantina e comprar um chocolate imenso para te dar mais um pouco de ânimo. Só que na sua cabeça só aparece o plano perfeito para mais tarde, que é chegar em casa, ligar a TV e esvaziar a mente. Mas não, não dá. Porque mais trabalho te espera no computador, mais roupa te espera pra estender, mais coisa te espera pra arrumar, mais uma lição da filha pequena para corrigir. E de novo você faz, excede os próprios limites, estica o próprio elástico por isso tudo. E aí pergunta-se: pra quê tudo isso? E sem nem fazer ideia da razão, faz. Porque tem que fazer, porque é o certo, porque é assim que é, porque no fundo, tirando você, ninguém está nem aí para o seu isso tudo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-2017609346119336717?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/2017609346119336717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/03/cada-um-com-seu-isso-tudo.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2017609346119336717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2017609346119336717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/03/cada-um-com-seu-isso-tudo.html' title='Cada um com seu isso tudo'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-5851042514083158230</id><published>2011-03-20T19:06:00.001-07:00</published><updated>2011-03-20T19:06:53.780-07:00</updated><title type='text'>Os nãos dessa jornada</title><content type='html'>Não. Engraçado como essas três letrinhas causam tanta polêmica. Enquanto uns não sabem dizê-la, outros, não sabem ouvi-la. Tenho uma amiga querida que tem a maior dificuldade do mundo em dizer não para o que pedem pra ela. Prefere fugir, se esquivar ou atender, ainda que sem vontade, do que pronunciá-la. Teve um tempo que eu já fui assim. Dava uma desculpa, enrolava, fugia, mas não falava não. Hoje não mais e, se precisar, digo não com todas as letras, inclusive garrafais. Eu escuto não o tempo todo ué. Digo vários (sou mãe de uma criança e se tem uma coisa que criança precisa aprender é escutar não). E por causa desse meu jeito entra a outra questão: a daquela criatura que se melindra com o não. Recentemente passei por algo parecido. Me pediram uma informação. Pelo meu jeito de ser e de agir não achei correto divulgar. Ao dizer não respeitei meus princípios, acima de tudo. Não foi nada contra quem me pediu e acredito que a solicitação tenha motivos concretos. Mas se eu cedesse iria na contramão do que eu acredito, da forma como procuro levar certas coisas. E por causa desse não, criou-se um mal-estar totalmente desnecessário. Até porque não neguei ajuda, apenas não quis ajudar da forma que a pessoa queria. O que o tempo me ensinou foi que dizer não é algo necessário, faz bem e cria limites. E nessa vida, em que muita gente não respeita o espaço do outro, manter alguma distância, às vezes, é essencial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-5851042514083158230?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/5851042514083158230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/03/os-naos-dessa-jornada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/5851042514083158230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/5851042514083158230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/03/os-naos-dessa-jornada.html' title='Os nãos dessa jornada'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-4849330252005417756</id><published>2011-03-17T21:32:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T21:54:28.123-07:00</updated><title type='text'>Campanha do lixo</title><content type='html'>Pessoal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha baixinha, a Luiza, está fazendo uma campanha pra recolher lixo na praia. Vai ser este domingo, dia 2o/03, às 16 horas, na praia da Biquinha (em frente ao shopping São Vicenter). Só precisa levar luva, se quiser. E torcer pra não chover (caso chova vamos adiar para o próximo domingo). Detalhes no blog &lt;a href="http://ofantasticomundodaluly.blogspot.com"&gt;O Fantástico Mundo da Luly&lt;/a&gt;: &lt;a href="http://ofantasticomundodaluly.blogspot.com"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esperamos vocês por lá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thaís e Luiza&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-4849330252005417756?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/4849330252005417756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/03/campanha-do-lixo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4849330252005417756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4849330252005417756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/03/campanha-do-lixo.html' title='Campanha do lixo'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-5661365798431125219</id><published>2011-03-09T17:28:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T19:06:25.395-08:00</updated><title type='text'>É preciso confiar</title><content type='html'>Nossa, se existe algo complicado pra gente lidar é a tal da confiança... ô danada, viu? Porque nunca sabemos, ao certo, o que o outro está fazendo. Confiança é a base de todos os relacionamentos e isso todo mundo sabe na teoria. Mas e na prática? Quem é que aqui nunca mentiu pra mãe quando era mais novo? Falava que ia dormir na casa de uma amiga mas na verdade estava na casa do namorado. Eu já fiz isso e cheguei a viajar pra outro estado sem minha mãe sonhar. Se ela descobrisse ia perder a confiança em mim, certo? Ela nunca descobriu e sempre me deixou livre justamente por confiar, acreditar em mim. Pois é. Acho que o contrário da confiança não seja a desconfiança e sim, a mentira. Aí você vai crescendo e estabelecendo vínculos e confiando naqueles que estão perto. No namorado, nos amigos, no pessoal do trabalho. Pra mim quem confia desconfiando simplesmente não confia. Porque a confiança é cega e inapalpável. É o tipo de coisa que você tem ou não tem. Nem entro no mérito da autoconfiança porque essa é outra bichinha que às vezes gosta de encher nosso saco. Tô falando aqui na confiança depositada nas pessoas de perto. Quando você para de confiar, o que faz? Fica longe? Espera a sensação passar? Aliás, dá para recuperar a confiança? Coloca o ser em questão na parede? Adianta tudo isso? Não, né? Porque se uma pessoa não é digna da sua confiança ela não deveria fazer parte do seu mundo, da sua vida. Então a resposta para o grande enigma está dada. Mas e agora? Agir, nem sempre, é fácil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-5661365798431125219?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/5661365798431125219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/03/e-preciso-confiar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/5661365798431125219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/5661365798431125219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/03/e-preciso-confiar.html' title='É preciso confiar'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-6379413370232969439</id><published>2011-02-22T17:56:00.000-08:00</published><updated>2011-02-22T17:57:07.562-08:00</updated><title type='text'>o meu dia</title><content type='html'>Sempre gostei muito de fazer aniversário. Pra mim é o dia mais importante do ano e isso não tem nada a ver com narcisismo. É o dia que fui colocada no mundo e, graças a este dia, tenho a chance de conviver com as pessoas que eu amo tanto e vice-versa. Meus 21 de fevereiros ao longo desses 37 anos foram especiais de alguma forma. Alguns mais calmos, mais agitados. Não lembro de um aniversário triste. Teve um sim, o de 14, que rolou uma confusão com minhas tias e minha mãe. Mas não chegou a ser triste e consegui aproveitar. Tive aniversários especiais na escola (nunca levei a famosa ovada), no trabalho, festas surpresas, em barzinhos, em casa. De alguma forma eu gosto de comemorar. Meu aniversário de 28 anos foi bem marcante, pois um dia antes, eu descobrir estar grávida e naquele ano de 2002, esperar pela chegada da Luiza foi fundamental para eu meu reerguer. Ontem fiz 37. Não me sinto uma mulher de 37, quando me comparo a algumas que conheço. Mas ao mesmo tempo sou e isso só me faz querer viver mais e mais. Porque acima de tudo, eu gosto muito da vida. Obrigada, Deus por essa chance.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-6379413370232969439?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/6379413370232969439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/o-meu-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6379413370232969439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6379413370232969439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/o-meu-dia.html' title='o meu dia'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-6593793341468897091</id><published>2011-02-15T18:02:00.000-08:00</published><updated>2011-02-15T18:08:22.950-08:00</updated><title type='text'>Nonstop</title><content type='html'>Há semanas que não acabam. Estou no meio de uma delas. Como trabalhei no final de semana, hoje, mesmo sendo terça, parece a quinta, a sexta. E além do fato de encarar um plantão que, por si só não é a coisa mais fácil e legal do mundo, ainda tive um sábado e um domingo enrolados e preocupantes. Geralmente não é assim, mas esse foi e estou esgotada. Por tanta coisa que eu já fiz desde a segunda-feira da semana passada, por tanta notícia ruim que já recebi, por tanta tensão que já passei... E se não fossem o almoço de sábado e o final de noite de domingo, Jesus... Hoje é terça-feira ainda e eu só queria que fosse sexta, umas 19 horas, para eu estar em casa ou no Madalena, no aniversário da Fê Luz, tomando uma geladinha para relaxar e encarar meu fim de semana de descanso. Porque final de semana, mesmo de trabalho, deve ser em paz. E este meu último, definitivamente, passou longe disso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-6593793341468897091?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/6593793341468897091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/nonstop.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6593793341468897091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6593793341468897091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/nonstop.html' title='Nonstop'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-4711033858816102632</id><published>2011-02-12T12:26:00.000-08:00</published><updated>2011-02-12T12:38:33.735-08:00</updated><title type='text'>Só tecnológica</title><content type='html'>Olha que bacana. Estou na rua, ou melhor, no shopping (impossível ficar do lado de fora) e, enquanto a Fifi vai comprar sorvete, eu atualizo o meu blog, do meu iPad. Nunca imaginei ter um trem desses, mas desde que Si me entregou, na quinta, não largo mais. E já que SV tem wi-fi Em tudo o que é canto, vou aproveitar. Tô apanhando ainda desse teclado, mas logo me adapto. Então é isso, sou uma pessoa conectada. Próximo passo é o 3G. Semana que vem vejo isso.&lt;br /&gt;Ah, fiz esse post em homenagem a Maria Carambola (Karina Batista), que deixoum  um recadinho no meu bloco de notas, na sexta. Tá aí o post, Kã!!!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-4711033858816102632?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/4711033858816102632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/olha-que-bacana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4711033858816102632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4711033858816102632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/olha-que-bacana.html' title='Só tecnológica'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-1435185163829631761</id><published>2011-02-08T16:37:00.000-08:00</published><updated>2011-02-08T16:55:44.508-08:00</updated><title type='text'>Hoje é aniversário da Rafaela</title><content type='html'>Mas quem é Rafaela? Loira tingida, 1,75m mais ou menos, magra. Usava um vestido preto colado ao corpo. Rafaela ganha a vida nas esquinas de Santos. Hoje deve ter sido seu 23º aniversário, no máximo, embora o rosto sofrido carregue uma fisionomia de mulher madura. Soube que era seu aniversário porque o pai Zé Luiz, a vó Dalva e a tia Elvira chamaram um daqueles carros de mensagem, o Loucuras do Coração, para homenageá-la. Em frente ao hotel decadente da João Pessoa, Rafaela  ouvia declarações da avó e da namorada, que fez questão de destacar os 8 anos de relacionamento e as dificuldades que passam juntas desde então. "Eu te amo", disse a jovem de cabelos batidos, calça larga e regata. Em nome de todas as "meninas", uma morena desejou para Rafaela muita sorte, falando de sua beleza e do quanto ela era querida por todas. "Que você vença nessa vida difícil com muita saúde e realize todos os seus sonhos", disse a moça, aplaudida pelas mais de 20 prostitutas que estavam na calçada para dar os parabéns para Rafaela. Emocionada e chorando muito, recebeu o consolo e o abraço da namorada e da avó. Depois de algumas palavras, o moço do carro vermelho das mensagens foi embora, as meninas se dispersaram e tudo voltou ao normal. Lá estava Rafaela em seu ponto, em sua rotina. Mas muito feliz, com o grande momento que finalmente viveu nas ruas do Centro da Cidade. &lt;br /&gt;Felicidades, Rafaela!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-1435185163829631761?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/1435185163829631761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/hoje-e-aniversario-da-rafaela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1435185163829631761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1435185163829631761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/hoje-e-aniversario-da-rafaela.html' title='Hoje é aniversário da Rafaela'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-8681367024504479691</id><published>2011-02-01T15:32:00.000-08:00</published><updated>2011-02-01T16:49:30.049-08:00</updated><title type='text'>Minha televisão quebrou</title><content type='html'>Era uma quinta-feira de manhã . Mal acordei e fui ligá-la. Não funcionou. Tirei da tomada, recoloquei. Nada. Decidida a não me estressar, fui na loja ali do lado, que arruma tevês e pedi para que buscassem minha Philco. Liguei na sexta e o orçamento não havia descido (e sei lá que merda isso queria dizer). Passei o fim de semana sem tevê, tendo meu computador como aliado. Liguei pra minha mãe, lembrei daquela televisão pequena, velhinha e, para minha decepção, estava quebrada. Hoje é terça e estou sem tevê. Ontem liguei na assistência e fui informada que o estrago não tinha conserto, que blá blá blá. Como ontem passei o dia em São Paulo e dormi lá, então, nem pensei no assunto. Hoje, chego em casa no silêncio, no stand by. A Dani me disse que dá para ver tevê pela Internet, mas o que eu preciso mesmo é providenciar uma tevê. Coisa simples, né? Não, não é. Não sei qual tevê comprar, quanto investir, se vale investir, essas coisas. Já entrei em todos os sites. O Ricardo Eletro, o Extra, o Carrefour, o Ponto Frio, o Busca Pé. Tem tantas, com tantas coisas diferentes. Um colega sugeriu uma LED: R$ 1.700 mango. Vale a pena isso tudo numa tevê? Eu não sou tecnológica. Tendo imagem direito já tá bom. Estou mal-humorada. Não pela tevê que quebrou, pois eu sei que as coisas têm data de validade. Antes a tevê do que minha perna, meu braço. O que tá me deixando assim é ter que escolher, decidir, pensar. Até pagar a gente dá um jeito. 10 vezes sem juros foi feito exatamente pra isso. Só que hoje não tô nessa vibe, de resolver nada. Queria ter chegado em casa e, alguma alma caridosa, um gênio da lâmpada, o mágico, enfim, e ter dado de cara com uma tevê novinha no lugar vazio. Só que não. E terei que decidir sozinha (como tem sido tudo de uns tempos para cá) a tevê que vai encher de sons minha casa. Assim como tive que correr atrás do instalador do ar, da faxineira nova, do material da Luiza, da matrícula do inglês... Hoje, mais do que qualquer coisa, eu queria ter alguém para dividir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-8681367024504479691?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/8681367024504479691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/minha-televisao-quebrou.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8681367024504479691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8681367024504479691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/02/minha-televisao-quebrou.html' title='Minha televisão quebrou'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-2161062096301184751</id><published>2011-01-28T15:58:00.000-08:00</published><updated>2011-01-28T16:01:21.040-08:00</updated><title type='text'>O dia em que o senador virou Senador</title><content type='html'>Era uma noite típica de verão e, refrescados pelo vento gelado do ar-condicionado, discutiam os caminhos da humanidade entre uma rodada e outra de Brahma. No tradicional bar do Centro de Santos, resolviam em poucos minutos o futuro da nação. Não era para menos, afinal de contas, entre eles havia um Senador. Em seu lugar marcado à mesa do meio, dava opiniões, indicava soluções, fazia discursos e saía satisfeito, na condição de político respeitado. Encenava tão bem seu papel, que a moça com sotaque, recém-integrada ao grupo, acreditou estar diante de um autêntico representante do Senado Federal. Meio sem jeito, chegou em seu ouvido pedindo conselhos de como ingressar na vida pública. Tinha grandes pretensões, queria ser nada menos que prefeita de sua cidade.&lt;br /&gt;- Quero tirar os mendingos da rua e colocar na calçada, repetia ela o slogan pra lá de sem graça.&lt;br /&gt;Com seu sarcasmo habitual, sugeriu que ela começasse por baixo, tentando primeiro um cargo na Câmara de Vereadores de seu município.&lt;br /&gt;- Comece devagar, consiga uma boa verba para investir na campanha. E aí você vai ganhando experiência e vira deputada estadual, federal... e depois, quem sabe, prefeita.&lt;br /&gt;Ela ouvia atentamente as considerações do nobre político, que gesticulava e usava palavras capazes de confundir qualquer desavisado.&lt;br /&gt;Em determinada hora da conversa, não se aguentando mais de curiosidade, virou para o senador e, numa quase inocência, perguntou:&lt;br /&gt;- Como é lá?&lt;br /&gt;- Lá onde?, ele devolveu.&lt;br /&gt;- No Senado, em Brasília. Como é lá, o seu trabalho.&lt;br /&gt;- Não querida, não sou senador. É só um apelido, os caras me chamam assim.&lt;br /&gt;- É que eu achei que você fosse senador de verdade, disse ela, em um visível desapontamento .&lt;br /&gt;- Mas eu sou senador. Até que provem o contrário, eu sou. Não é pessoal?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-2161062096301184751?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/2161062096301184751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/o-dia-em-que-o-senador-virou-senador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2161062096301184751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2161062096301184751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/o-dia-em-que-o-senador-virou-senador.html' title='O dia em que o senador virou Senador'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-8847736325304740599</id><published>2011-01-17T16:30:00.000-08:00</published><updated>2011-01-17T16:44:30.337-08:00</updated><title type='text'>Culpada é a mãe</title><content type='html'>Tem aquela propaganda que diz que quando um filho nasce, nasce também uma mãe. Acrescento que além disso nasce uma árvore dentro da gente, com raiz, tronco, caule, folhas e flores chamada culpa. Sim, porque sentimos culpa por tudo o que acontece com nossos filhos. De um tombo que poderia ter sido evitado a uma febre no sábado à noite. Mães são culpadas pelo sofrimento de seus filhos. Engraçado é que dificilmente nos damos conta que somos culpadas também pelos momentos felizes. E quando você é separada, então, a culpa negativa dobra. Porque você decide sozinho como vai ser. Onde vocês vão, o que a criança vai comer, vestir. E muitas vezes de uma escolha boba, acontece alguma coisa ruim. Quando o pai está por perto dá para dividir esse sofrimento já que tudo foi baseado no "nós". Não que ele assuma, porque a culpa que você sente já está dentro de você e não existe ninguém capaz de tirá-la. O que quero dizer é que fica menos pesado. &lt;br /&gt;Mas quando se é sozinho isso não acontece e muitas vezes o sujeito fica sabendo o que aconteceu e ainda solta: mas por que você foi fazer isso? Isso sem contar a família, sempre com o dedo na sua cara. Não importa a boa mãe que você é nem o que você faz para o seu filho ser feliz. Uma virose e uma febre derrubam todo o resto. "Também, fica levando a menina naquela praia". Sim, eu levei a minha filha naquela praia. Ela teve um dia feliz, riu, brincou. Porque se não fosse na praia, seria no shopping, no horto, na puta que pariu. Não vou criar minha flha na bolha. Não vou. Não foi nada tão sério para tanto alvoroço. E se fosse sério eu assumiria, estaria onde fosse preciso, pegando na mão dela. Faz parte do que é ser mãe. No caso, foi só uma virose. Algumas crises de vômitos, diarreia e pronto, acabou. &lt;br /&gt;Ela está bem-cuidada, assistida, medicada. A culpa é minha por ela ter ficado assim? É. Eu assumo. Mas assumo também a culpa pelo dia feliz que ela teve naquele sábado de praia. Sou culpada ainda pelos vários sorrisos lindos que ela me dá todos os dias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-8847736325304740599?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/8847736325304740599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/culpada-e-mae.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8847736325304740599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8847736325304740599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/culpada-e-mae.html' title='Culpada é a mãe'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-1085811719501685359</id><published>2011-01-13T19:04:00.000-08:00</published><updated>2011-01-13T19:10:15.927-08:00</updated><title type='text'>Começar de novo</title><content type='html'>Você esquece o quanto é difícil dizer para uma pessoa aquilo o que ela não quer ouvir. De tão acostumada a escutar tchaus, de tanto vivenciar sumiços, não pensa que acabar com uma história é tão complicado. Porque você quer ser maduro e adulto e dizer o que te deixa insatisfeito e isso, obrigatoriamente, atinge seu ouvinte. Você precisa falar e resgatar aquele dia lá longe em que ele fez uma coisa que você não gostou muito, mas que foi mais uma gota que caiu no copo já cheio. Você explica que não se sente mais cuidada, amparada e que o jeito dele está displicente demais e que a última vez ele te fez em elogio foi em outubro do ano passado e pelo MSN. “Esqueci de te dizer, mas aquele dia você tava linda”. Isso porque em uma tarde – que ele provavelmente nem lembra -,  falou que nunca conheceu ninguém como você. Magoa o outro (não que seja com intenção), pois está magoada, ferida e decidiu encarar a verdade. Não dá mais para fingir que está tudo bem porque simplesmente não está. Você passa mais tempo ansiosa do que calma. Porque ele simplesmente deixou de fazer o que fazia antes; coisas bobas, mas que te deixam no vácuo. Você para de fazer planos a longo prazo e começa com os de médio, só para não se frustrar. Até que chega uma hora em que nem no dia seguinte você sabe como vai ser, se vai ser. Não, não dá para ter uma história a dois assim, indo, levando. Pelo menos você não sabe viver desse modo. E se nem todo sentimento disfarçado em chocolate foi capaz, nada mais é.  É duro chegar para alguém e falar que ele não foi suficientemente bom para o que você queria ou pensava, que ele não foi o cara que disse que seria. Você, com muita certeza, também não foi a mulher daquele início. E essas pessoas de agora não agradam mais um ao outro. Talvez o jeito de gostar dele seja assim, do tipo que não combina com o seu. Talvez ele tenha se distanciado de propósito, vai saber, esperando você ter coragem de fazer algo que ele também pretendia. De qualquer forma, você deu o primeiro passo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-1085811719501685359?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/1085811719501685359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/comecar-de-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1085811719501685359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1085811719501685359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/comecar-de-novo.html' title='Começar de novo'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-4589935930143670675</id><published>2011-01-10T16:29:00.000-08:00</published><updated>2011-01-10T16:35:14.204-08:00</updated><title type='text'>Em ordem</title><content type='html'>Fazia tempo que ele não a visitava. Alguns meses desde o último encontro, que, ela acha, aconteceu no inverno. E justo hoje ele resolveu aparecer. Chegou numa hora imprópria, mas não teve muito jeito; acabou abrindo a porta, apesar da tentativa de não deixá-lo entrar. Ignorou telefonemas, o interfone. Em um momento de distração, atendeu a campanhia. Deu um sorriso sem graça e o convidou para tomar um café. Minutos depois ele já deitava em sua cama e fazia graça da sua vida. &lt;br /&gt;- Que decisões você tem tomado, hein moça? &lt;br /&gt;Ouviu um conselho que só mesmo ele podia dar: &lt;br /&gt;_ Fique assim mesmo, não reaja. A vida é melhor quando você não faz nada e espera ela passar. De preferência sentada. &lt;br /&gt;Respeitando o velho companheiro, pensou em seguir suas palavras, afinal, qual era mesmo o propósito de tudo isso que vinha fazendo, que vinha vivendo? Estava quase entrando na dele, contaminando-se com seu jeito conformado de ser. Foi quando o telefone tocou e do outro lado um amigo contava uma piada boba, que a fez cair na gargalhada. &lt;br /&gt;- Era exatamente disso o que eu precisava agora, rir muito. Estou recebendo uma visita chata que insiste em ficar e fazer com que eu me sinta meio assim, no vazio agudo, aquele que Paulo Leminski descreveu certa vez.&lt;br /&gt;- Quem tá aí? Põe a vassoura atrás da porta. Não deixa, você é maior do que isso e pode se livrar dessa criatura.&lt;br /&gt;Pegou sua piaçava e, minutos depois, o “amigo-tédio” ia embora contrariado por não ter conseguido se instalar. Assim que ele saiu, foi pro computador tuitar e ouvir a nova música do R.E.M., It Happened Today. Já sem se sentir entediada e sorrindo cada vez mais decidiu dormir porque o dia seguinte seria puxado. Finalmente havia encontrado um instalador de ar-condicionado e uma faxineira pra colocar sua casa em ordem. Tudo ia voltando, pouco a pouco, para o seu devido lugar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-4589935930143670675?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/4589935930143670675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/em-ordem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4589935930143670675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4589935930143670675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/em-ordem.html' title='Em ordem'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-4008231941396028437</id><published>2011-01-06T18:21:00.000-08:00</published><updated>2011-01-06T18:32:20.466-08:00</updated><title type='text'>Por você</title><content type='html'>Eu sempre achei que paixões fossem paixões e que acontecessem no olhar, na hora, no instante. Comigo foi assim a vida toda. Até que eu o conheci. No começo eu não entendi muito bem aquela presença e o que era nossa relação. Apaixonada, definitivamente, eu não estava. Nada de frio na barriga, nada de borboletas, nada. Tudo calmo, tranquilo. O tempo passou e, de repente, acordei apaixonada. Demorou uns quatro meses até que minha ficha caísse, até que eu entendesse que paixões nem sempre são avassaladoras e que muitas vezes elas trazem o efeito contrário: o da calma. Cada dia ele me surpreende com alguma coisa diferente, com um gesto, uma besteira, como o dia em que me deu envelopes com jogos da Mega-sena. Cada dia eu aprendo, entendo. Tolerância, resiliência, paciência. Nem sempre consigo, devo admitir. Tem dias que eu chuto baldes, falo e faço besteira, e acabo escutando: tá tudo bem, é assim mesmo, faz parte, fica tranquila. Eu sei que ele gosta muito de mim. Mas o melhor de tudo isso é saber que posso gostar dele exatamente do jeito que eu gosto, do jeito que eu posso, preciso e consigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-4008231941396028437?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/4008231941396028437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/por-voce.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4008231941396028437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4008231941396028437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/por-voce.html' title='Por você'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-6377528958981247054</id><published>2011-01-02T16:59:00.000-08:00</published><updated>2011-01-02T17:15:51.144-08:00</updated><title type='text'>Ensaio</title><content type='html'>Engraçado isso. Desde o dia que o conheci já tenho ensaiado todo o fim. Listo na minha cabeça os motivos e, conforme o tempo passa, consigo acrescentar mais itens; o último aconteceu naquela manhã em que ele acordou, se levantou e foi tomar banho. Mesmo me vendo acordada, foi incapaz de me dar um bom dia, um abraço. Com a minha cara amarrada e já no carro, ele tentou contato, me esquivei fingindo dormir, protegida pelas lentes enormes dos meus óculos de sol. Segundos depois, lá estava ele nos conduzindo aos nossos trabalhos pelo caminho mais longo, aquele em que vamos conversando, contemplando os prédios novos, as pessoas e os motoristas que só fazem barbeiragens. Nem percebi a hora mas quando me dei conta já estava rindo das suas bobagens e aceitando sua mão na minha perna e o convite para comer pastel. E é assim, fazendo listas, inventando diálogos, dizendo tchaus imaginários e tentando racionalizar sentimentos, que me emociono e gosto mais e mais dele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-6377528958981247054?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/6377528958981247054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/ele.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6377528958981247054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6377528958981247054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2011/01/ele.html' title='Ensaio'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-1003671589458952983</id><published>2010-12-14T10:41:00.000-08:00</published><updated>2010-12-14T10:44:59.863-08:00</updated><title type='text'>Corrida</title><content type='html'>Fim de ano é um funil. Quanto mais perto chega o dia 31 de dezembro, mais  apertado tudo parece. Resoluções a tomar (os tais planos para o ano seguinte), presentes para comprar, tudo para ver, casa para arrumar, árvore para montar, confraternizações, celebrações... É uma pressa e parece que não vai dar tempo, que não vamos chegar, que não vamos conseguir. Ficamos cansados só de pensar em tudo o que temos que fazer e travamos uma disputa insana com nós mesmos, como se quisessemos provar que somos capazes, que damos conta. E no meio dessa insanidade toda a vida vem e mostra que não adianta planejar nada, que você não tem o menor controle sobre as coisas e aí é forçado a parar. Porque alguém muito querido (de alguém também muito querido) foi-se embora.  E a única coisa que você pode fazer é estender sua mão e dizer que está ali e que sabe que aquele sofrimento todo vai ser transformado em algo positivo. Porque é assim que é. Aí quando acha que aconteceu tudo o que tinha para acontecer, o telefone toca e do outro lado mais uma notícia daquelas ruins, que mexem, que evocam questionamentos, revoltas. E sua vontade é sair correndo e se enfiar num buraco, num avião, num foguete rumo ao desconhecido. Mas não tem jeito e o máximo que se faz é ir para casa mais cedo, tomar um remédio para relaxar e dormir. O dia seguinte chega, você levanta da cama, levanta a cabeça e vai andando (de preferência sorrindo) até o dia de atravessar o funil, por mais apertado que ele seja ou esteja. Saímos dele com a roupa meio amassada e a cara torta. Mas enfim, passamos. Conseguimos mais uma vez. Porque é sempre bom começar tudo de novo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-1003671589458952983?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/1003671589458952983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/12/corrida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1003671589458952983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1003671589458952983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/12/corrida.html' title='Corrida'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-6649672396343172270</id><published>2010-12-11T04:13:00.000-08:00</published><updated>2010-12-11T04:42:47.466-08:00</updated><title type='text'>Pretexto</title><content type='html'>Ela queria estar diferente aquele dia. Pensou em voltar a ser loira. Viu algumas fotos de anos antes e desistiu na hora. Foi fazer as unhas. Com os pés pintados de vermelho, não queria repetir a cor nas mãos. Chegou no salão e logo decidiu: prata. E assim, unhas prateadas, foi ao encontro dele. Na hora, ele não falou nada e outros assuntos e risadas encheram aquela noite. Tudo parecia igual, mas ela reconhecia as diferenças. Estava sem paciência e, quando percebeu, nem estava mais ali, não fazia mais parte. No dia seguinte, voltaram a se encontrar no mesmo lugar de sempre e, já no caminho para casa depois de mais uma rodada de besteiras e cervejas, ele virou e disse:&lt;br /&gt;- Que esmalte é esse? Ficou muito esquisito.&lt;br /&gt;- Eu também odiei, mas quis mudar, tentar algo diferente.&lt;br /&gt;- Você fica melhor com unhas vermelhas.&lt;br /&gt;- Gosto mais também. Mas esmalte a gente tira, coloca outro. Agora eu sei que eu não gosto dessa cor e não vou passar de novo.&lt;br /&gt;E encerramos a conversa. Em casa, depois de uma despedida sem graça e deitada em sua cama, percebeu que era hora mesmo de mudar. De arriscar novas cores de esmalte, outros temperos e sentimentos à sua vida. Semana que vem talvez ela passe azul-marinho ou verde-militar. Caso não fique bom, sem problemas. Dá para trocar. Sempre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-6649672396343172270?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/6649672396343172270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/12/pretexto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6649672396343172270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6649672396343172270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/12/pretexto.html' title='Pretexto'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-4530639121310142810</id><published>2010-11-29T08:39:00.000-08:00</published><updated>2010-11-29T09:23:50.456-08:00</updated><title type='text'>Questão de tempo</title><content type='html'>Você sabe quando o fim chega. E não apenas pelos sinais: o beijo na boca que quase não acontece, o carinho que não vem, o sexo mecânico, as piadas que perdem a graça. Muito mais do que isso: você sente. Sabe. Só que você não quer aceitar de jeito nenhum e se finge de morta, deixando tudo assim, sem sabor, sem gosto, sem cheiro. Vai levando, sentada, à espera de um milagre que possa recuperar toda aquela história que já foi boa e linda. Até que numa sexta-feira, que pode ser quinta, segunda ou domingo, o fim se materializa. E aí você tem que ir pro banheiro chorar porque não quer se humilhar na frente dele. Mesmo sabendo que é o certo a fazer, você não aceita, não quer e aí decide se humilhar e implorar para ele voltar. Pomete que vai mudar, que tudo voltará a ser como antes, que você deixará de fazer o que fazia, que se transformará em outra pessoa. Sem nem perceber, usa todos os clichês dos filmes e das novelas mexicanas. No dia que ele vai arrumar a janela que você quebrou depois de um ataque de fúria, pergunta se vocês vão ficar juntos de novo e ouve: hoje não, mas não sei o que vai acontecer no futuro. É quando você muda de tática e passa a armar barracos, ligar desesperadamente, xingar. Você tem raiva e quer matar aquele homem que está fazendo você sofrer, que te abandonou, que te deixou com dor. Como este sujeito pode deixar alguém tão incrível como você? Você não entende e nessas passa a se agredir. Fuma demais, bebe demais, sai pela rua feito um kamikaze, na tentativa de respostas. Nada disso adianta e você volta para casa para dormir um sono agitado e acordar pior do que quando saiu. O fim dói e dói muito e não há analgésico, antidepressivo, capaz de tirar aquela dor. E quando você chega no seu limite, quando o elástico está quase arrebentando e você pensa em desistir de tudo, você acorda e percebe que está tudo bem, que você está viva, que sobreviveu. É quase uma mágica. Tudo volta a fazer sentido e você tem fé de que as coisas vão dar certo. A vida passa a ter brilho de novo, você resplandece. Redescoberta, transformada, reconstruída, você anda em direção ao futuro. No meio do caminho, alguém te dá a mão e, sem nem perceber, vocês estão indo juntos rumo ao desconhecido. Sem pensar em fim, em dor, em nada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-4530639121310142810?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/4530639121310142810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/questao-de-tempo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4530639121310142810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4530639121310142810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/questao-de-tempo.html' title='Questão de tempo'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-7932262709763320870</id><published>2010-11-23T06:33:00.000-08:00</published><updated>2010-11-23T06:35:20.556-08:00</updated><title type='text'>Dia a dia</title><content type='html'>Quando a gente gosta de alguém descobre sempre alguma coisa bonita na pessoa. Seja dentro ou fora. Ontem, ele descobriu as batatas da minha perna.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-7932262709763320870?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/7932262709763320870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/dia-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/7932262709763320870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/7932262709763320870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/dia-dia.html' title='Dia a dia'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-15685452725808021</id><published>2010-11-16T17:48:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T21:45:25.381-08:00</updated><title type='text'>Estomaguinho</title><content type='html'>Acho que todo mundo que me conhece sabe: eu sou operada. Não, eu não mudei de sexo. Mas há seis anos uma grande mudança aconteceu comigo. E até engraçado falar disso atualmente, já que as cirurgias para reduzir o estômago são mais frequentes e as técnicas bem mais evoluídas. Parece até carne de vaca, lugar comum. Só que tem gente ainda com dúvida, acha esquisito e, outro dia, um colega veio me perguntar sobre a operação, saber se devia ou não fazer. Pra mim, posso falar que foi uma das melhores coisas da vida. Uma mudança física que implicou em transformações psicológicas e emocionais incríveis. Tinha 1,58m, 105 quilos, IMC de 35 e uma séria candidata a tomar remédio pra pressão, desenvolver diabetes, colesterol e hipertensão (filha de pais com essas doenças) com 30 anos. &lt;br /&gt;Isso sem falar da minha gravidez: tive pré-eclâmpsia e, por conta de uma pressão alta gestacional, a Luiza nasceu prematura - em 2002 - e passei 8 meses assustada, com medo. Um dia acordei e, incentivada pela Daniela Paulino, que também havia feito, decidi que era a minha hora. Fiz os exames, passei pelas avaliações (nutricional e psicológica) e no dia 2 de dezembro de 2004 lá tava eu, entrando na faca. Os primeiros dois meses foram terríveis, devo confessar. Você tem que reaprender a comer, a se relacionar com a comida, com você, com os outros. Mas digo que vale a pena. Do meu guarda-roupa só sobraram as meias e até alguns sapatos eu tive que doar porque ficaram largos. &lt;br /&gt;Eu sou um case de sucesso e toda vez que volto ao meu médico, o Dr. Leal, (procuro fazer isso uma vez por ano) ele diz isso. Mantenho meu peso entre 60 e 65 quilos (atualmente estou com 60,700 gramas) e digo com certeza que nunca mais serei gorda. Não quero mais comprar calça 52/54, não pretendo entrar numa loja e procurar roupas especiais. E olha, que há seis anos, a oferta para as gordinhas não era nem de longe o que temos hoje. Gordo se vestia com túnicas e pronto. &lt;br /&gt;Sou uma pessoa vaiodosa e, mesmo com todo aquele peso, nunca abri mão dos meus saltos. Mas confesso que hoje é uma delícia entrar num manequim 42 e chegar numa loja qualquer para comprar uma roupa. Quando eu digo que não serei mais obesa eu sei do que estou falando. Porque se eu me descuidar, comer doces e carboidratos feito uma louca, eu vou engordar. Assim como qualquer pessoa que abusa de vez em quando, eu fecho a boca para compensar. Não como tão pouquinho, como normal, diria. Demoro mais pra mastigar? Sim, mas nada tão radical. Como e bebo de tudo.&lt;br /&gt;Diferentemente de algumas pessoas que encararam uma redução de estômago não tenho restrição a nada. Tá, farofa é um bagulho que eu como pouco, porque costumo me entalar. Também evito alimentos gordurosos, que me provocam o famoso dumping (quando o açúcar é metabolizado muito rápido, causando um puta mal-estar). No resto, tudo de boa. Tomo um Centrum por dia, mas prefiro um polivitamínico a um anti-hipertensivo, não resta a menor dúvida. &lt;br /&gt;Sei que minha cirurgia deu certo porque nunca fui compulsiva por comida. Comia errado. Não operei a cabeça, mas ela mudou muito desde então. E pra melhor. Podia ter feito o combo atividade física e dieta? Podia. Só que quanto tempo eu demoraria para emagrecer os 45 quilos que eu mandei embora em alguns meses? Teria paciência? Fiz o que achei melhor na época e tive o apoio da família e dos amigos. Preciso agora tomar coragem para fazer uma plástica, mas morro de medo, vai entender. Um dia, assim como aconteceu com a gastroplastia, eu acordo no espírito e decido fazer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-15685452725808021?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/15685452725808021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/estomaguinho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/15685452725808021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/15685452725808021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/estomaguinho.html' title='Estomaguinho'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-7904910351632952002</id><published>2010-11-09T03:36:00.000-08:00</published><updated>2010-11-09T17:23:09.191-08:00</updated><title type='text'>Campanha de imunização</title><content type='html'>Tem gente que é contaminado com a maior facilidade pelo vírus da reclamação. Pode reparar. No ambiente profissional, então. Pessoa é contratada para determinada função e começa toda animada. Colegas mais antigos, portadores do tal vírus, passam a fazer comentários ruins, a falar disso, daquilo, a meter o pau do local de trabalho. E o cara que "chegou ontem", como a gente costuma dizer, tem seu fogo motivacional apagado e, sem nem perceber, está totalmente contaminado e apresentando os sintomas da doença de reclamar. Nenhum ambiente de trabalho é perfeito, e aliás, perfeição é um conceito que existe em um único lugar: na nossa cabeça. Não digo que ninguém deve reclamar, desejar um local melhor, se conformar com as situações que considera erradas. Não é nada disso. Só acredito que não dá para passar oito, dez, doze horas de nossos dias nessa sintonia ruim, de só meter o pau. Assim como bom humor e sorrisos operam verdadeiras transformações positivas no nosso dia a dia, o rancor e a cara amarrada, também fazem isso, só que num sentindo inverso terrível. Você não está gostando do lugar onde trabalha, acha que merece algo melhor, é muito bom para o que está fazendo, está cansado de fazer sempre a mesma coisa? Então é simples: vá procurar algo que o faça feliz. Quem é competente encontra um espaço. E outra coisa muito feia é sempre ficar de olho no outro, achando que o colega do lado recebe mas benefícios e você é um injustiçado. Olhe para trás, veja o que essa pessoa já passou e o que levou ela estar no lugar onde está. Tudo bem, algumas vezes eu até concordo que gente sem talento se dá bem. Mas sei lá, uma hora a máscara cai e a farsa acaba sendo descoberta. Pode parecer clichê esse negócio de fazermos um ambiente bom ao nosso redor, mas não é. O trabalho, por mais difícil ou complicado que seja, flui muito melhor se você está vacinado contra o vírus da reclamação. Tome logo sua vacina e fique imunizado. Os colegas que também receberam sua dose e estão bem, felizes desempanhando suas funções, agradecem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-7904910351632952002?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/7904910351632952002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/ampanha-de-iimunizacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/7904910351632952002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/7904910351632952002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/ampanha-de-iimunizacao.html' title='Campanha de imunização'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-2311290300732109197</id><published>2010-11-08T15:55:00.000-08:00</published><updated>2010-11-08T16:05:48.674-08:00</updated><title type='text'>Na balada da nossa vida</title><content type='html'>Aquela música Acontecimentos, da Marina, tem uma frase sensacional: "e quando anoitece é festa no outro apartamento". É tão engraçado isso, como idealizamos a vida dos outros como perfeitas, e é difícil imaginar que existem pessoas que acham a mesma coisa da vida gente. Temos uma tendência tão grande de nos subestimar, de nos achar piores do que realmente somos. Não se trata de uma competição de quem é o melhor, o mais bonito, o mais resolvido. Não é inveja, nada disso. Inconscientemente, desmerecemos nossas vidas, nossas escolhas, sempre achando que no vizinho tudo tem mais qualidade. Só que não é assim, né? Todo mundo tem problemas, fantasmas e às vezes passa noites insones revisitando a vida, os pensamentos. Acontece comigo, com você e com o cara que está dando a festa. Então, antes de enaltecer a vida de alguém, olhe ao seu redor, dentro de você. Podia estar ou ser melhor? Claro e isso é um fato. Mas lembre-se de que tem sempre alguém achando que é dentro da sua casa que rolam as melhores comemorações...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-2311290300732109197?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/2311290300732109197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/na-balada-da-nossa-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2311290300732109197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/2311290300732109197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/na-balada-da-nossa-vida.html' title='Na balada da nossa vida'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-8361105590184917547</id><published>2010-11-05T13:44:00.000-07:00</published><updated>2010-11-05T17:49:47.002-07:00</updated><title type='text'>Sentido</title><content type='html'>Lembro bem a roupa que eu usava, um vestido de alça listrado, preto e cinza, naquela quente sexta-feira 6 de novembro. Foi engraçado chegar e encontrar tantos rostos desconhecidos e aquela animação que no começo pouco me contaminou. Sentei-me no banco desconfortável do balcão e tentei me familiarizar com o ambiente. Muitos olhos me olhavam e eu ali, disfarçando naturalidade. Já era noite quando, mais relaxada depois de uns copos americanos que não se esvaziavam nunca de cerveja, notei que ele fazia parte daquele núcleo. Saímos para fumar, conversamos um pouco e voltei ao lugar que já considerava como meu. Foi aí que um engraçadinho, fazendo comentários de mau gosto sobre mulheres brasileiras, despertou sua ira. Não demorou para eu sair dali, de volta à minha casa. Oito meses depois numa festa, o reencontro. E, sentada ao seu lado, comendo peixe que ele havia servido para mim, puxei assunto. Falamos sobre o Mainah, sobre política, sobre trabalho, filhos, até que ele precisou ir embora, não sem antes pedir meu telefone e levar meu cartão. Numa segunda-feira nem tão qualquer assim, enquanto um grupo de pagode cantava e tocava incansavelmente, driblamos o barulho com conversas ao pé do ouvido. Nunca mais paramos de conversar, acrescentando outros verbos e substantivos à nossa história. Páginas em branco, e não importa quantas, nos aguardam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-8361105590184917547?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/8361105590184917547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/sentido.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8361105590184917547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8361105590184917547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/sentido.html' title='Sentido'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-6168434510538143717</id><published>2010-11-04T13:04:00.000-07:00</published><updated>2010-11-04T14:53:07.217-07:00</updated><title type='text'>Aviso ao navegante</title><content type='html'>Quando eu parar de me importar é como se você nunca tivesse existido. Eu te congelo, mando embora, de todos os lugares. Por isso, acho bom você prestar atenção e fazer sua parte, sua lição de casa. Mas capricha na letra pois eu não suporto garranchos, respostas em branco e,  principalmente, aquela folha suja que a borracha vagabunda não conseguiu apagar. Estou só alertando para que você saiba direito com quem está lidando e não reclame depois de que não foi avisado. Sou do tipo que vai embora e não dá tchau, me permitindo em casos extremos, a falta de educação. Sair sem pedir licença é o único remédio capaz de evitar meu sofrimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-6168434510538143717?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/6168434510538143717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/aviso-ao-navegante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6168434510538143717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6168434510538143717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/aviso-ao-navegante.html' title='Aviso ao navegante'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-9052966967089456071</id><published>2010-11-03T18:37:00.000-07:00</published><updated>2010-11-03T18:56:21.485-07:00</updated><title type='text'>Fica a dica</title><content type='html'>Engraçado como as pessoas se acomodam. Na vida profissional, nos relacionamentos afetivos, de amizade, familiar. Esquecem que dar mais energia é fundamental para que haja algum crescimento. Sim, somos plantas e precisamos de água, adubo, sol. Mas também queremos tempo, compreensão, atenção, aquele melhor, o diferencial que nos torna especiais. Muitas vezes as coisas acabam por falta de cuidado e depois que vão embora, a gente fica com saudade, remoendo, pensando nos "e se" da vida. Então, sair da zona de conforto é fundamental. Seu namoro/casamento está bom? Que ótimo! Mas ele pode ficar melhor com um chocolate ou um torpedo inesperado no meio da tarde. Sua amiga está com a vida tranquila? Que ótimo! Mas ela adoraria receber um email seu ou mesmo um telefonema. É um arraso na sua área de atuação, tem certeza de que é um bom profissional? Que ótimo! Mas aposto que seu chefe vai ficar satisfeito com uma ideia diferente ou mesmo com uma apresentação inovadora de um projeto. A família vai bem, todos estão com saúde, obrigada? Que ótimo! Mas não custa almoçar na sua mãe no domingo ou dar um alôzinho para aquele seu irmão que mora em outra cidade, outro país. Faça alguma coisa, seja o que for. Saia da mesmice, do comodismo. Surpreenda. Porque quando menos se espera, o outro (seu emprego, seu amor, o amigo, um parente) que você julgava com a maior segurança SER SEU, não estará mais por perto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-9052966967089456071?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/9052966967089456071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/fica-dica.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/9052966967089456071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/9052966967089456071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/fica-dica.html' title='Fica a dica'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-3764682880809505914</id><published>2010-11-02T15:08:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T15:13:28.761-07:00</updated><title type='text'>Amar</title><content type='html'>A gente se freia o tempo todo. Evita falar, evita sentir, evita viver. Não dança conforme a música, não canta no ritmo. Prefere o descompasso, a nota em falso. Freio pra todo lado, pra todo sentir. Até o carro tem dois freios. E pra que tudo isso, pra que tanto medo de seguir? Porque quando a gente não vai, de alguma forma é empurrado, ainda que esteja em ponto morto. Porque o tempo corre e quando nos damos conta já é Natal e mal fechamos os olhos estamos no ano que vem. Uma hora qualquer chega o tempo de ir para frente, de se jogar sem medo na vida e isso inclui sentir e sentir muito. Amar incansavelmente, ser intenso, ser de verdade. Mas o que fazer se formos jogados no abismo, no fundo do poço? Cair, levantar, dar um tempo para arrumar as feridas, ir novamente em busca do desconhecido. Porque eu sei que chega um momento em que temos tanto amor dentro de nós, que somos capazes de tudo. Inclusive de voar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-3764682880809505914?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/3764682880809505914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/amar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3764682880809505914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3764682880809505914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/amar.html' title='Amar'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-6081907419071996051</id><published>2010-11-01T16:01:00.001-07:00</published><updated>2010-11-01T19:45:07.638-07:00</updated><title type='text'>Mudar</title><content type='html'>De vez em quando precisamos fazer mudanças. No fundo acredito que todos os dias fazemos pequenas dessas mudanças dentro de nós. Mudamos uma opinião, comemos uma coisa diferente, aprendemos algo, ouvimos uma palavra nova, um cheiro, uma música... e tudo isso, de certa forma, vai nos transformando. Só que de vez em quando precisamos encarar mudanças mais emblemáticas. Aquelas físicas. Temos que mudar de casa, por exemplo. Ou então precisamos mudar algo em nosso dia a dia de forma efetiva. Estou exatamente nessa fase. Como alguns aqui sabem, eu e Luiza almoçamos todos os dias na casa da minha mãe antes de ir para o trabalho e para escola. Comemos a comida mais saudável do mundo, feita com o  maior carinho pela dona Lilian. Trata-se de hábito, algo já natural. É lá que a tia Rosinha, da perua, passa para buscar a Luiza e levá-la à escola. É lá que no final da tarde ela retorna. Assim, posso fazer meus horários no trabalho porque sei que minha mãe ou minha irmã está por perto para mandá-la para escola ou mesmo recebê-la. Tem sido assim desde que voltei a trabalhar quando Fifi tinha 5 meses (ela acabou de fazer 8 anos). Tenho todo o suporte das duas para me ajudar com a Luiza, inclusive, em algumas vezes, para eu dar uma saidinha. Minha irmã está cuidando da vida dela e está certíssima, não tem obrigação nenhuma. Minha mãe e aí é que chego ao que quero falar, está podendo cada vez menos me dar essa força. Não porque ela não queira. Mas por não poder, de verdade. As pessoas vão fenecendo na nossa frente, sofrendo limitações físicas aqui, ali. Ao mesmo tempo em que é bom poder estar ao lado (e devemos agradecer, sempre) é triste acompanhar de perto, especialmente quando já existiu tanta vitalidade. Vou ter que arrumar uma marmita, refazer alguns horários, isso até o final do ano. Porque em 2011 talvez as mudanças precisem ser ainda mais drásticas (uma escola em período integral para a Luiza, por exemplo). Não estou fazendo disso um drama – longe disso ou mesmo reclamando. Claro que de vez em quando cansa ter que fazer isso sozinha, afinal, o pai dela só a pega a cada 15 dias e não participa efetivamente dessa rotina louca de inglês, natação, lição, jazz... Tá, de vez em quando ele passa uma semana com ela, como aconteceu recentemente, nas minhas férias. Só que no final, acaba tudo em minhas mãos. Mas que bom ter a lucidez de tomar essas decisões sem me desesperar, que bom poder contar com amigos e com pessoas especiais que podem me acalmar e até me dar conselhos. Serão mudanças de verdade, inclusive financeiras, porque vou gastar mais, obviamente (e não poderia ser diferente neste Brasil). Mas isso a gente dá um jeito, de alguma maneira. O que me deixa chateada, de verdade, não é ter que fazer isso, mas o motivo que me leva a essas mudanças. Enfim, mudanças. E que sejam bem-vindas, como foram todas que aconteceram em minha vida e na vida da Luiza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-6081907419071996051?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/6081907419071996051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/mudar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6081907419071996051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/6081907419071996051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/11/mudar.html' title='Mudar'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-8995347185136656771</id><published>2010-10-29T22:55:00.000-07:00</published><updated>2010-10-29T23:11:51.252-07:00</updated><title type='text'>Luiza, a Fifi</title><content type='html'>Fiz esse texto pra Fifi, há anos... Ela tinha dois anos e pouco.. agora, ela tem 8. E continua uma joaninha enfeitando cogumelos!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha 11 anos. Lembro que ouvi a mãe chamando: “Luiza, vem cá”. Paixão à primeira vista. Jurei que teria uma Luiza na minha vida. Era dia 20 de fevereiro de 2002, um dia antes do meu aniversário de 28 anos. Vinha de um processo doloroso e depressivo. Com idas e vindas, recaídas e problemas. O resultado “reagente” foi assustador. Mas foi a partir deste dia que a minha vida mudou de verdade. &lt;br /&gt;Luiza (sempre soube que seria ela) me trouxe de volta: aos planos, ao trabalho, ao amor incondicional. Luiza nasceu iluminada, em uma terça-feira, às 17h58 do dia 8 de outubro. Tão pequena, tão indefesa, prematura. Mas tão forte, capaz de fazer de mim uma pessoa melhor. &lt;br /&gt;Luiza fez 3 anos ontem. Cada vez menos precisando de mim. Cada vez mais requerendo meu controle, meu exemplo. Olho para seus olhos grandes e expressivos. Percebo que ela se orgulha da mãe que tem. Da mãe que conseguiu criar tão de repente. &lt;br /&gt;Luiza é milha filha. Luiza é minha amiga. Luiza é a neta da Dodó Claudia e da Dodó Lilian. É a sobrinha dos tios a quem tanto ama e dá carinho. É a neta do Dudu Zé e a bisneta mais perfeita para seus quatro bisavós. Luiza é a prima ideal para seus primos.&lt;br /&gt;Luiza tem lá seus defeitos. Luiza é uma mistura do meu temperamento difícil, minha boca, meu nariz, com o corpo esguio e os sonhos meio impossíveis do pai. &lt;br /&gt;Sim, Luiza já sonha. Às vezes - e é uma pena - tem pesadelos que a acordam no meio da noite. Luiza faz carinho enquanto a gente dorme. Luiza dorme abraçada com uma joaninha de pano, a quem apelidou, desde muito pequena, de Cuncun. A vida da Luiza é cheia de cuncuns. Ela é uma cuncun: que voa, que pousa, que enfeita cogumelos, que deixa a vida mais redonda, mais meiga, mais dócil. &lt;br /&gt;Luiza não toma leite de vaca. Luiza gosta dos derivados de soja, de balas molinhas, de pipoca e de docinhos. “Quero alguma coisa gostosa para comer, mamãe”, me avisa ela abrindo a geladeira. Luiza já conhece letras, números e digita seu nome no computador quando vai jogar no site da Barbie. Luiza adora Barbies, principalmente as que têm asa, assim como ela. Diz Dani, minha amiga e, desde a gravidez, amiga da minha filha, que “ela tem uma alma antiga”.&lt;br /&gt;Luiza é amor. Por onde passa, exala amor. Até quando não percebe, até quando não quer dar um beijo naquela tia que acabou de conhecer. A Luiza não tem medo de encarar o teu olho, seja você quem for. Ela diz que vai virar homem quando crescer, que vai ter barba e bigode. E quem sou eu para duvidar de Luiza?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-8995347185136656771?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/8995347185136656771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/fiz-esse-texto-pra-fifi-ha-anos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8995347185136656771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/8995347185136656771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/fiz-esse-texto-pra-fifi-ha-anos.html' title='Luiza, a Fifi'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-4718483460427394563</id><published>2010-10-27T05:37:00.000-07:00</published><updated>2010-10-27T05:40:23.679-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Eu ia escrever um post imenso sobre um treco aí que tá me incomodando. Mas aí ouvindo  Maria Rita eu me deparo com esta música. E pronto. É isso o que eu queria dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito pouco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto&lt;br /&gt;Agora que voltou tudo ao normal&lt;br /&gt;Talvez você consiga ser menos rei&lt;br /&gt;E um pouco mais real&lt;br /&gt;Esqueça&lt;br /&gt;As horas nunca andam para trás&lt;br /&gt;Todo dia é dia de aprender um pouco&lt;br /&gt;Do muito que a vida traz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas muito pra mim é tão pouco&lt;br /&gt;E pouco é um pouco demais&lt;br /&gt;Viver tá me deixando louca&lt;br /&gt;Não sei mais do que sou capaz&lt;br /&gt;Gritando pra não ficar rouca&lt;br /&gt;Em guerra lutando por paz&lt;br /&gt;Muito pra mim é tão pouco&lt;br /&gt;E pouco eu não quero mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega!&lt;br /&gt;Não me condene pelo seu penar&lt;br /&gt;Pesos e medidas não servem&lt;br /&gt;Pra ninguém poder nos comparar&lt;br /&gt;Porque&lt;br /&gt;Eu não pertenço ao mesmo lugar&lt;br /&gt;Em que você se afunda tão raso&lt;br /&gt;Não dá nem pra tentar te salvar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque muito pra mim é tão pouco&lt;br /&gt;E pouco é um pouco demais&lt;br /&gt;Viver tá me deixando louca&lt;br /&gt;Não sei mais do que sou capaz&lt;br /&gt;Gritando pra não ficar rouca&lt;br /&gt;Em guerra lutando por paz&lt;br /&gt;Muito pra mim é tão pouco&lt;br /&gt;E pouco eu não quero ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...veja&lt;br /&gt;A qualidade está inferior&lt;br /&gt;E não é a quantidade que faz&lt;br /&gt;A estrutura de um grande amor&lt;br /&gt;Simplesmente seja&lt;br /&gt;O que você julgar ser o melhor&lt;br /&gt;Mas lembre-se que tudo que começa com muito&lt;br /&gt;Pode acabar muito pior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muito pra mim é tão pouco&lt;br /&gt;E pouco é um pouco demais&lt;br /&gt;Viver tá me deixando louca&lt;br /&gt;Não sei mais do que sou capaz&lt;br /&gt;Gritando pra não ficar rouca&lt;br /&gt;Em guerra lutando por paz&lt;br /&gt;Muito pra mim é tão pouco&lt;br /&gt;E pouco eu não quero mais&lt;br /&gt;Pouco eu não quero mais.&lt;br /&gt;Pouco eu não quero mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-4718483460427394563?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/4718483460427394563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/eu-ia-escrever-um-post-imenso-sobre-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4718483460427394563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/4718483460427394563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/eu-ia-escrever-um-post-imenso-sobre-um.html' title=''/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-1514229659662801787</id><published>2010-10-25T18:23:00.000-07:00</published><updated>2010-10-25T18:24:02.408-07:00</updated><title type='text'>At the end of the day</title><content type='html'>Há dias seguintes terríveis, aqueles em que temos vergonha do ontem. Em contrapartida, há os dias em que nos orgulhamos das coisas que falamos, que fazemos. E há, ainda, outros dias: quando ficamos felizes com os exageros que não cometemos, com pensamentos que evitamos e com as palavras que guardamos. Hoje foi um dia assim para mim. Por muito pouco, por uma questão de segundos, eu não disparei minha boca metralhadora em alguém que não merecia. E por motivos sem o menor sentindo. Tenho tentando ouvir mais e processar antes de falar, de julgar, de fazer todo o roteiro na minha cabeça. Nem sempre consigo, é verdade. Tem vezes que mal percebo e já falei bobagens que depois viram aquele embaraço, aquele constrangimento. Hoje, dia 25 de outubro, eu criei toda uma teoria na minha cabeça sobre como seria o meu dia. E assim que fui contrariada no que eu queria, já criei outra teoria ainda pior, cheia de conspirações, de vilões, de diálogos lotados de acusações, agressões, demonstrações de carência. Foi quando algo mágico aconteceu e, numa fração de segundos, eu tive a lucidez de me calar, de não fazer bico, e agir com a naturalidade de sempre. Duas horas se passaram e, mesmo as teorias estando na minha cabeça, eu tinha feito o favor de não dividi-las com ninguém. Estavam lá, martelando, mas eram minhas e eu ia arrumar um jeito de dar um fim nelas. E assim foi feito. Tive  tempo e a preciosa chance de terminar o dia em paz comigo e com quem eu amo, sem aquela sensação ruim de ter falhado com ambos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-1514229659662801787?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/1514229659662801787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/at-end-of-day.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1514229659662801787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/1514229659662801787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/at-end-of-day.html' title='At the end of the day'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-3409389984880076086</id><published>2010-10-24T05:20:00.000-07:00</published><updated>2010-10-24T05:21:12.303-07:00</updated><title type='text'>Das fronteiras da vida</title><content type='html'>Outro dia na aula de inglês a professora mostrou um texto que falava como brasileiros, americanos, ingleses, chineses agiam no trato profissional. E uma coisa que me chamou atenção foi a  distância que os americanos tomam uns dos outros: um braço. Aí ontem eu soube de uma história no mínimo bizarra, que me fez refletir sobre uma questão muito frequente nas relações, que é o cuidado que temos quer ter para não invadir o espaço alheio. Acho um braço pra frente, para trás, para os lados, uma distância sensacional e que deveria ser respeitada mais vezes pelas pessoas. Porque acontece uma invasão muito grande na nossa vida. São pessoas que não conhecem limites, fronteiras. E acredito que o cuidado não deve ser apenas físico. Não adianta você tomar o tal braço da vida do outro se não é capaz de cuidar das palavras que você profere, dos pedidos que faz, dos comentários... Uma vez conversando com uma amiga disse que a gente precisa prestar atenção no que falamos para as pessoas que gostamos. E precisa mesmo. Porque invadir a vida de alguém vai muito além de se aproximar. É o tal do semancol, que muita gente pretensamente sensata diz possuir, e aí você descobre que a pessoa não sabe o que é isso. Porque se soubesse jamais seria capaz de fazer o que fez com alguém que ela diz considerar tanto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-3409389984880076086?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/3409389984880076086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/das-fronteiras-da-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3409389984880076086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3409389984880076086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/das-fronteiras-da-vida.html' title='Das fronteiras da vida'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-7721770226458386779</id><published>2010-10-20T13:24:00.000-07:00</published><updated>2010-10-20T13:25:33.050-07:00</updated><title type='text'>Pura maldade</title><content type='html'>Eu sempre li matérias, ouvi as pessoas falarem, mas, sinceramente, nunca tinha sentido na pele. Não sei se por falta de atenção ou porque não havia rolado mesmo. Claro que a gente desperta alguma curiosidade, interesse e, como a grama do vizinho é sempre mais verde, não duvido que alguém já tenha pensando que a minha vida é o máximo e a desejado, nem que por breves momentos. Eu faço isso de vez em quando, você também. Mas não é esse tipo de sentimento ingênuo que quero falar. Quero falar daquele que carrega a maldade. Quando você sente que, por nada, alguém quer te derrubar, puxar seu tapete, fazer maldade, fofoca, intriga. E aí você pensa: qual o objetivo? Não sou uma pessoa boazinha, beeeeeeeeem longe disso. Mas sou uma pessoa do bem, disposta a dar a mão, atenção. Só que sem forçar, sabe? Até porque desconfio horrores de gente muito mimimi. Prefiro gente de verdade, que sente, que fala, que sofre, que chora. Amo gente visceral. Tem uma categoria de seres humanos, os plantas, que eu corro. Mesmo com meu jeito meio exagerado de ser, não sou capaz de tentar minar, de prejudicar. E sabe por quê? Porque não adianta nada. Porque fica feio, empobrece a alma (de quem tenta fazer isso, ÓBVEEEO, –  palavra em homenagem à minha amiga Ludmila Pilapavicius). É tão melhor ser legal, tão mais fácil, tão mais simples... Quem gosta de veneno não sabe disso, não entende isso, NÃO SENTE ISSO. Está tão entorpecido na substância da ruindade, que é incapaz de perceber os aromas e sabores que estão ao seu redor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-7721770226458386779?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/7721770226458386779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/pura-maldade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/7721770226458386779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/7721770226458386779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/pura-maldade.html' title='Pura maldade'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4196005157035090677.post-3919589904852118415</id><published>2010-10-19T12:03:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T12:07:04.589-07:00</updated><title type='text'>Quando ser maravilhosa não basta</title><content type='html'>Em algum momento você escutou de algum camarada que é uma mulher maravilhosa. Geralmente, o homem que disse isso não é alguém com quem você divida os lençóis no dia a dia, a vida. Longe disso. Aí você para, pensa e conclui: ser maravilhosa não adianta nada. Não resolve você cuidar da sua própria vida, não depender, não pedir, não cobrar. Ser autoconfiante pra quê, se o homem simplesmente não sabe lidar com isso? E não acredito que mulheres como nós assustam. Porque quando eles ficam com medo, nem aparecem no dia seguinte, vão embora, não ligam e desaparecem na poeira. Estou falando dos tipos masculinos que estão ali, por perto. Manja mosca de padaria? Precisam dos seus conselhos, adoram conversar, fazem você se sentir importante e, de alguma forma, te incluem. Ainda que com uma certa distância, você se sente parte daquele todo, daquele universo chamado a vida dele. E volta e meia ele diz as coisas que você precisa ouvir e mesmo sabendo que o blá blá blá não é o suficiente, você aceita, agradece e até sorri, achando que basta. Afinal, você é uma pessoa maravilhosa. É tão maravilhosa que é muito para ele. É demais. Inteligente demais, bonita demais, independente demais, diferente demais, profissional demais. E ele simplesmente não sabe o que fazer com alguém que devia estar num altar, de tão sensacional. Sabe, homens assim (e eu conheço vários, infelizmente) são um pé no saco. Eles preenchem lacunas até a página 20. Mas chega um momento que cansa. Porque eu não preciso de um sujeito dizendo que eu sou maravilhosa. Porque eu sou mesmo. Queria que alguém vivesse minha vida, fizesse as coisas que eu faço com tamanha competência para ver o quanto eu sou foda. E eu não sou a única. Conheço mulheres, em situações diversas, que cortam um dobrado para viver uma vida honesta exatamente como eu. Mesmo com nossas TPMs, encanações, necessidade de afeto, carinho e todo o resto, a gente se basta. Por isso, da próxima vez que algum homem te disser que você é maravilhosa, olhe no fundo do olho dele e diga: eu sei. Assim, ele se toca e para de uma vez por todas com essa palhaçada. Porque se um homem não é capaz de ficar com uma mulher maravilhosa é porque ele não tem competência para ficar com ninguém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4196005157035090677-3919589904852118415?l=blogdathaislyra.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/feeds/3919589904852118415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/quando-ser-maravilhosa-nao-basta.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3919589904852118415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4196005157035090677/posts/default/3919589904852118415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogdathaislyra.blogspot.com/2010/10/quando-ser-maravilhosa-nao-basta.html' title='Quando ser maravilhosa não basta'/><author><name>Thaís Lyra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07258724340765783824</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
